Vertical · Agronegócio

Para quem cultiva gerações.

A família do agro carrega um patrimônio que respira no ritmo da safra — concentrado em terra, máquinas, estoques e contratos plurianuais. A vertical Agronegócio da Neela traduz essa realidade em arquitetura patrimonial integrada.

R$2,8tri+

Valor do agronegócio brasileiro

3 gerações

Tempo médio até a dissolução do patrimônio

60%

Do patrimônio rural sem holding

R$1bi+

Patrimônio rural estruturado pela Neela

O diagnóstico

Complexidade rural exige orquestração.

A terra produz a riqueza. Ninguém estruturou a continuidade do legado. Bancos olham apenas a safra. Contadores olham apenas o ITR. Sucessão é tratada como tabu — discutida só quando já é tarde. E o produtor, sobrecarregado entre o pivô e o cartório, acaba improvisando decisões patrimoniais entre uma colheita e outra.

A GPI integra direito agrário, governança familiar, eficiência tributária, liquidez de safra e sucessão em uma única tese — preparada para atravessar gerações de família e ciclos de mercado. Não substituímos seu agrônomo, seu banco ou seu contador. Coordenamos todos eles a partir do interesse patrimonial da família.

Não somos banco rural. Não somos contador de ITR.
Somos a única mesa que integra terra, família e capital.

Seis frentes · uma assinatura

A estrutura completa
da família agro.

Primeiro · Estruturar

Holdings rurais & blindagem

Separação formal entre terra, operação e pessoa. Cada camada em seu veículo próprio, protegida de contingências cruzadas.

Nível: Estratégico + Tático

Eficiência tributária rural

Ganho de capital, arrendamento, ITR e Funrural orquestrados em uma tese fiscal única — auditada safra a safra.

Nível: Tático + Operacional

Governança & sucessão familiar

Protocolo familiar, acordo de sócios e preparação de herdeiros para que a próxima geração herde estrutura — não conflito.

Nível: Estratégico + Tático

Segundo · Diversificar

Liquidez entre safras

Estrutura financeira que sustenta a sazonalidade sem comprometer o longo prazo — sem hipotecar a próxima safra para pagar a atual.

Nível: Tático + Operacional

Investimentos fora da porteira

Curadoria independente para alocar capital além da terra produtiva — sem comissão, sem conflito, sem banco vendendo produto.

Nível: Estratégico + Operacional

Planejamento multigeracional

Arquitetura patrimonial desenhada para atravessar três, quatro, cinco gerações — sem que cada inventário destrua o legado.

Nível: Estratégico

O produtor que atendemos

Complexidade rural
exige orquestração.

Como a maioria das famílias agro opera hoje

  • Banco rural que enxerga só a próxima safra
  • Contador focado em ITR e Funrural — nada além
  • Terra registrada no CPF, exposta a qualquer litígio
  • Inventário aberto a cada geração — patrimônio fatiado
  • Filhos na operação sem acordo de sócios formalizado
  • Liquidez resolvida no cheque especial do banco
  • Investimentos vendidos pelo gerente da agência
  • Sucessão tratada como tabu — discutida só no velório

Como famílias agro Neela operam

  • Holding rural com separação formal entre terra, operação e pessoa
  • Planejamento tributário ativo — ganho de capital, arrendamento e ITR integrados
  • Jurídico preventivo: contratos, fronteiras e contingências mapeadas antes do processo
  • Protocolo familiar com regras claras sobre herança, gestão e entrada de herdeiros
  • Gestão patrimonial sem conflito de interesses — honorário fixo, zero comissão
  • Liquidez estruturada entre safras sem comprometer o longo prazo
  • Diversificação fora da porteira com curadoria independente
  • Uma única mesa, um único interlocutor, zero fragmentação

Uma história que você talvez reconheça

Quatro mil hectares no Mato Grosso.
E nenhum plano para a terceira geração.

João Pedro tem 52 anos, é a segunda geração na lavoura e toca 4.200 hectares no médio-norte de Mato Grosso — soja no verão, milho na safrinha. Patrimônio total de R$45 milhões entre terra, máquinas, estoques e silos. Três filhos: dois na operação, um fora do agro. Faturava bem, dormia mal. Tudo no CPF, sem holding, sem acordo entre irmãos, sem testamento.

No primeiro diagnóstico com a Neela, o cenário ficou claro: a terra exposta a qualquer ação trabalhista da fazenda, ITR pago acima do devido por três anos consecutivos, arrendamento de um talhão tributado da pior forma possível, e — pior — nenhum acordo que protegesse a operação caso ele faltasse antes da sucessão. Em projeção, o inventário consumiria entre 18% e 22% do patrimônio só em ITCMD, custas e desalinho entre herdeiros.

Em 24 meses, a Neela estruturou a holding rural com separação entre terra, operação e pessoa. Reduziu a carga tributária efetiva em 19 pontos. Formalizou o acordo de sócios entre os três filhos — com regras claras para quem opera e para quem só herda. Montou a reserva de liquidez para atravessar duas safras ruins sem hipotecar a próxima. E diversificou 22% do patrimônio fora da porteira, com curadoria independente. Hoje João Pedro toca a lavoura sabendo que a terceira geração herdará estrutura — não briga.

Nada disso exigiu que ele parasse de plantar. Exigiu que ele parasse de improvisar.

Reservado ao agronegócio

Diagnóstico patrimonial rural reservado.
Sem proposta comercial.

Uma conversa confidencial com um sócio da vertical Agronegócio para mapear riscos e oportunidades do seu patrimônio rural. Sem apresentação de produto. Sem proposta no primeiro encontro.

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